Breves

No Dia Eco-Escolas foram propostos alguns desafios aos pais e alunos do nosso Agrupamento.


 

Dia 5 de junho é o Dia Mundial do Ambiente e comemorou-se o Dia Eco-Escolas.


 

Disponível o documento com a readequação dos critérios de avaliação em função da suspensão das aulas presenciais durante o 3.º P.


 

Disponíveis os resultados da primeira monitorização do Plano E@D do nosso Agrupamento.


 

Disponível a história da semana para as crianças da Educação Pré-escolar: "Meninos de todas as cores".


 

A 2.ª edição, deste ano letivo, do Jornal Escolar Cinco Estrelas já está disponível, desta vez apenas nas bancas virtuais!


 

Ed. Pré-Escolar

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Obs. Qualidade >> Quem somos

Observatório da Qualidade para quê?

A autoavaliação é o processo em que a escola é capaz de refletir criticamente sobre si própria com a finalidade de melhorar o seu desempenho.

De acordo com o que está previsto na legislação, a autoavaliação tem caráter obrigatório, desenvolve-se em permanência e visa avaliar:

a) o grau de concretização e o desenvolvimento do projeto educativo do agrupamento;

b) preparação e concretização da educação, do ensino e das aprendizagens;

c) o nível de execução de atividades proporcionadoras de climas e ambientes educativos que conduzam ao desenvolvimento integral da personalidade do aluno;

d) o desempenho dos órgãos de administração e gestão do agrupamento de escolas;

e) o sucesso escolar, avaliado através da capacidade de promoção da frequência escolar e dos resultados do desenvolvimento das aprendizagens escolares dos alunos;

f) a prática de uma cultura de colaboração entre os membros da comunidade educativa.

(adaptado de Lei n.º 31/2002, de 20 de Dezembro)


O Observatório da Qualidade existe com a finalidade de desenvolver o processo de autoavaliação da Escola tendo sempre como orientação a avaliação da organização e não das pessoas.


“A Avaliação reflete a realidade das escolas e permite que os protagonistas se vejam com clareza e rigor (…) Não compete ao avaliador dizer aos protagonistas se estão a fazer bem ou mal. Muito menos aquilo que deve ser mudado. Simplesmente os ajudam a olhar-se com clareza, de modo a poderem formar um juízo mais fiel sobre o que fazem. Desse Juízo, dessa compreensão hão-de surgir as decisões de mudança.”

(Santos Guerra, 2001)